Desde os cinco anos no judô, Fillipi Esser destaca “Sem ele, eu não seria 1/3 do que sou”

Publicado em 17/02/2017 por

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(Foto: Divulgação)

O judô cada vez mais tem despertado a atenção do público brasileiro. Em 2016, a judoca Rafaela Silva conquistou a primeira medalha de ouro do Brasil nos Jogos Olímpicos do Rio, levantando a torcida no Parque Olímpico. Estes torcedores, no futuro, poderão ver Fillipi Esser representando a seleção nos tatames do mundo.

O jovem, de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, coleciona vários títulos. Mas nem tudo foi fácil. Fillipi teve que superar um adversário fora dos tatames: a lesão. Foi aí que tudo mudou na carreira do atleta. Leia essa e outras histórias na entrevista exclusiva realizada pelo Observatório do Esporte de Minas Gerais.

Quando você decidiu se tornar um atleta?

“Me tornei um atleta profissional em 2010, quando entrei no Praia Clube. Tive certeza que poderia apostar naquilo, pois seria o meu futuro. Mas eu comecei aos cinco anos de idade. Desde então eu nunca parei”

Você tem algum ídolo em quem se inspira?

“Charles Chibana. É um cara que admiro muito, que era da minha categoria. Já disputamos campeonatos”

Qual o maior desafio que você enfrenta no esporte? E como busca a superação?

“No Campeonato Mineiro de 2015 eu fraturei a fíbula e eu não estava lutando na minha categoria. Fiquei três meses parado. Nesse tempo eu fiquei pensando o que realmente queria da minha vida como atleta. Voltei mais centrado. Desde então comecei a render mais”

Para você, o que significa o esporte?

“O judô para mim é meu modo de vida. Tudo que eu sou hoje, devo ao judô. Sem ele, eu não seria 1/3 do que sou atualmente. Talvez seria o contrário disso”

Quais as principais mudanças que o esporte trouxe à sua vida?

“Eu sempre tive influência do judô. Melhorei no caráter, na disciplina, em saber o que quero da vida. O esporte foi fundamental para mim”

Quais são suas principais metas para os próximos anos?

“Participo da seletiva da seleção brasileira o ano inteiro, então minha meta é conquistar uma vaga lá, para poder disputar o Mundial e Olimpíadas”

Qual foi a sensação de ter conquistado o prêmio “Melhores do Ano 2016”?

“Sensação de dever cumprido, de que tudo aquilo que fiz, valeu a pena. De cada treino, de cada esforço. Dedico o prêmio à minha mãe, que sempre me ajudou muito, além do meu pai”

Um recado para os jovens que queiram praticar o judô ou que estão começando

“Aconselho o esporte a todos, pois o que o judô pode fazer na vida da pessoa é sensacional. Se alguém quiser se tornar outra pessoa, pode vir, que o futuro é certo”

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