Observatório do Esporte de Minas Gerais visita museu itinerante sobre as Olimpíadas

Publicado em 01/08/2016 por

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(Foto: Matheus Adler)

Belo Horizonte recebeu, na última semana, o Museu itinerante “Se Prepara Brasil: O Caminho do Esporte até o Rio de Janeiro”, iniciativa de um banco privado, com o objetivo de levar o espírito olímpico às cinco regiões do País e preparar a população para o maior evento esportivo mundial. O Observatório do Esporte de Minas Gerais conferiu de perto o rico acervo que traduz a história esportiva.

Dividido nas seções História, Esportes, História Brasileira, Curiosidades e Rio 2016, o museu ofereceu ao público mineiro mais de 100 peças dos acervos do Comitê Olímpico Internacional (COI), Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e Comitê dos Jogos Rio 2016.  Dentre os objetos, destacam-se as réplicas das medalhas de prata e bronze dos Jogos Olímpicos de Atenas, em 1896, e da carta do Barão de Coubertin, criador dos Jogos Olímpicos da Era Moderna, na qual, em 1913, aparece pela primeira vez a imagem dos aros olímpicos.

Além disso, foram expostas Tochas Olímpicas, pictogramas e medalhas de diversas edições, como por exemplo, Atenas 2004 e Londres 2012, assim como imagens de atletas brasileiros e internacionais, entre elas a equipe de tiro do Brasil nos Jogos da Antuérpia, em 1920, primeira vez que o país disputou o evento esportivo. O público também pôde ver de perto o quimono usado pelo judoca Flávio Canto, em 2004, quando disputou o bronze pelos meio-médios. A camisa usada pela jogadora de vôlei Leila, na disputa também do bronze, em 1996, foi bastante visualizada pelos presentes.

Quimono de Flávio Canto, utilizado na disputa do Bronze, em Atenas 2004 (Foto: Matheus Adler)

O museu também proporcionou interatividade ao público. Vários telões foram expostos ao longo da carreta, transmitindo histórias de superação e de luta durante as edições passadas dos Jogos Olímpicos. Um dos casos foi do estudante Eric Moussambani, que, em 2000, representou a Guiné Equatorial na natação. O jovem, com 22 anos na época, nunca havia entrado em uma piscina olímpica, mas foi convocado às pressas pela sua nação. O nadador ficou em último lugar, com um tempo de 1m52s72, mas o dado é superficial, já que sua força de vontade foi destaque no mundo inteiro.

Além dos telões, totens informativos foram instalados, sendo que em cada um deles, o público pôde selecionar um determinado esporte e saber mais sobre. No entanto, um painel informativo sobre os locais de prova foi o destaque na interação. Na ocasião, as pessoas tiveram acesso aos esportes que serão disputado nas quatro regiões de prova no Rio de Janeiro (Deodoro, Barra, Maracanã e Copacabana), assim como nas cidades do futebol (Belo Horizonte, Brasília, Manaus, São Paulo e Salvador).

Público pôde conhecer mais sobre os locais de prova da Rio 2016, através de um toten interativo (Foto: Matheus Adler)

Na visão de uma das curadoras do espaço, Maria Eugênia Saturni, um dos pontos mais interessantes do projeto, e que o torna inovador, é o fato de o Museu ir até o público: “O objetivo é propiciar um ambiente em que o público entenda o significado dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos e possa ter acesso a um acervo histórico bastante rico e instigante. Cada peça da exposição traz uma memória. Por meio delas é possível apreender o desenvolvimento tecnológico, as conquistas sociais, momentos históricos e manifestações culturais das mais diversas. Tudo isso tem como fio condutor o esporte e a emoção que ele desperta nas pessoas”, destacou.

Após passar por Belo Horizonte, o museu itinerante seguiu para Juiz de Fora, onde ficou até o último domingo (31). Da Zona da Mata mineira, a carreta foi para o Rio de Janeiro, onde encerra o percurso. Ao todo, dois caminhões de grande porte percorreram 45 cidades, chegando,  aproximadamente, a 30 mil quilômetros em dois roteiros distintos. O  museu itinerante ficará exposto durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 nos Bulevares Olímpicos Parque Madureira e Porto Maravilha, na capital fluminense.

Carreta, de aproximadamente 12 metros, proporcionou ao público o melhor da experiência olímpica (Foto: Matheus Adler)

Com informações do Bradesco Seguros

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